Foram prorrogadas até o dia 11 de Março de 2013 as inscrições para a 3ª edição de A PALA re-vista.
Nesse novo edital além dos artigos e texto-livre também aceitaremos inscrições de poesias!
Leiam nosso edital completo!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Seminário do Centro de Pesquisas da Religião, Memória e Política
Representantes de diversos segmentos
religiosos, além de estudantes e professores participam, na Universidade
Estadual de Feira de Santana (UEFS), do Seminário do Centro de
Pesquisa das Religiões:
evento que será realizado de 12 a 14 de Dezembro de 2012 no Auditório Victor
Meyer, localizado no módulo 7, campus universitário.
Serão realizadas conferências, mesas
redondas e debates sobre assuntos como Festas e Identidades Religiosas;
Catolicismo e Política; e Protestantismo: Identidade e Política.
O Centro de Pesquisas das Religiões (CPR)
é um grupo vinculado ao Departamento de Ciências Humanas e Filosofia
(DCHF) da Uefs e desenvolve pesquisas sobre as diversas formas de
manifestação do fenômeno religioso, bem como sua relação com os variados
campos sociais. Fazem parte do CPR professores e estudantes de variados níveis de formação/atuação acadêmica, em especial do curso de História.
Segue abaixo a programação
sábado, 27 de outubro de 2012
A PALA Edital 2013.1
A PALA re-vista, ISSN
2177-7373, no uso de suas atribuições divulga a chamada de artigos para sua
edição número 03, com publicação prevista para o primeiro semestre de 2013. Avisamos
que receberemos artigos, textos livres e poesias. O período para encaminhamento
das proposições: 15 de Novembro de 2012 a
15 de Janeiro de 2013. Lembramos: somente
serão selecionados para avaliação os textos condizentes com a política
editorial da revista e dentro das normas de publicação.
Leia nosso edital completo
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Associação de historiadores repudia “matéria” de Veja sobre Eric Hobsbawm
Eric Hobsbawm: um dos maiores intelectuais do século XX
São Paulo, 05 de outubro de 2012
Diretoria da Associação Nacional de História.
ANPUH-Brasil
Gestão 2011-2013
Link http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=7703
Na última segunda-feira, dia 1 de outubro, faleceu o historiador
inglês Eric Hobsbawm. Intelectual marxista, foi responsável por vasta
obra a respeito da formação do capitalismo, do nascimento da classe
operária, das culturas do mundo contemporâneo, bem como das perspectivas
para o pensamento de esquerda no século XXI. Hobsbawm, com uma obra
dotada de rigor, criatividade e profundo conhecimento empírico dos temas
que tratava, formou gerações de intelectuais.
Ao lado de E. P. Thompson e Christopher Hill liderou a geração de
historiadores marxistas ingleses que superaram o doutrinarismo e a
ortodoxia dominantes quando do apogeu do stalinismo. Deu voz aos homens e
mulheres que sequer sabiam escrever. Que sequer imaginavam que, em suas
greves, motins ou mesmo festas que organizavam, estavam a fazer
História. Entendeu assim, o cotidiano e as estratégias de vida daqueles
milhares que viveram as agruras do desenvolvimento capitalista.
Mas Hobsbawm não foi apenas um “acadêmico”, no sentido de reduzir sua
ação aos limites da sala de aula ou da pesquisa documental. Fiel à
tradição do “intelectual” como divulgador de opiniões, desde Émile Zola,
Hobsbawm defendeu teses, assinou manifestos e escolheu um lado.
Empenhou-se desta forma por um mundo que considerava mais justo, mais
democrático e mais humano. Claro está que, autor de obra tão diversa,
nem sempre se concordará com suas afirmações, suas teses ou perspectivas
de futuro. Esse é o desiderato de todo homem formulador de ideias. Como
disse Hegel, a importância de um homem deve ser medida pela importância
por ele adquirida no tempo em que viveu. E não há duvidas que, eivado
de contradições, Hobsbawm é um dos homens mais importantes do século XX.
Eis que, no entanto, a Revista Veja reduz o historiador à condição de
“idiota moral” (cf. o texto “A imperdoável cegueira ideológica da
Hobsbawm”, publicado em http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/a-imperdoavel-cegueira-ideologica-de-eric-hobsbawm).
Trata-se de um julgamento barato e despropositado a respeito de um dos
maiores intelectuais do século XX. Veja desconsidera a contradição que é
inerente aos homens. E se esquece do compromisso de Hobsbawm com a
democracia, inclusive quando da queda dos regimes soviéticos, de sua
preocupação com a paz e com o pluralismo.
A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) repudia
veementemente o tratamento desrespeitoso, irresponsável e, sim,
ideológico, deste cada vez mais desacreditado veículo de informação. O
tratamento desrespeitoso é dado logo no início do texto “historiador
esquerdista”, dito de forma pejorativa e completamente destituído de
conteúdo. E é assim em toda a “análise” acerca do falecido historiador.
Nós, historiadores, sabemos que os homens são lembrados com suas
contradições, seus erros e seus acertos. Seguramente Hobsbawm será,
inclusive, criticado por muitos de nós. E defendido por outros tantos. E
ainda existirão aqueles que o verão como exemplo de um tempo dotado de
ambiguidades, de certezas e dúvidas que se entrelaçam. Como historiador e
como cidadão do mundo. Talvez Veja, tão empobrecida em sua análise,
imagine o mundo separado em coerências absolutas: o bem e o mal. E se
assim for, poderá ser ela, Veja, lembrada como de fato é: medíocre,
pequena e mal intencionada.
São Paulo, 05 de outubro de 2012
Diretoria da Associação Nacional de História.
ANPUH-Brasil
Gestão 2011-2013
Link http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=7703
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Lançamento de A PALA re-vista na II Semana de História - UNEB - Campus II
No dia 25 de Maio de 2012 acontecerá o lançamento de A Pala re-vista na II Semana de História - UNEB - Campus II . É uma atividade promovida pelo curso de Licenciatura em História do Departamento de Educação da Universidade
do Estado
da Bahia (UNEB), Alagoinhas/Campus II, realizada entre os dias 21 e 25 de
maio de 2012. Na sua segunda edição, a Semana de História se apresenta sob o
título: “Alagoinhas, os sertões, o litoral: histórias e sociabilidades”. A
legenda escolhida pretende dar conta da complexa construção do interior baiano,
elaborada em meio às tensas escolhas entre os mundos sertanejos e do litoral,
enfatizando a cidade sede do Curso de História promotor.
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